Em “A Galáxia de Gutenberg”, Marshall Mcluhan escreve que a “linearidade da tipografia condicionou a visão do mundo do homem e mais: a palavra impressa produziu a ruptura entre a cabeça e o coração. A nova interdependência electrónica recria o mundo à imagem de uma aldeia global”. (BULLIK, 2002, p.27)
De acordo com Vannuchi, Lobato e Moraes (2003, p.52-57), uma criança passa mais de três horas por dia diante da tela da televisão (pesquisa apresentada na matéria “O que a exposição à violência provoca nos pequenos e como lidar com isso”).
Estudos divulgados em Outubro de 2005 pela empresa Eurodata TV Worldwide, em países como: Brasil, Estados Unidos, Indonésia, Itália, África do Sul, Espanha, Reino Unido, França e Alemanha, a televisão continua sendo uma fonte essencial de entretenimento para as crianças, mas o tempo que cada uma passa diante dela varia de um país para o outro. (IBOPE, 17/04/2007)
Adaptado de: rua
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sábado, 19 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
A televisão e a criança (Parte 3)
Com a chegada das emissoras a cabo, o segmento de mercado de programas infantis volta-se praticamente para assinantes desse serviço. Surgem: Cartoon Network, Discovery Kids, Jetix, Boomerang, Disney Channel, entre outras, voltadas exclusivamente para o público infantil, com programas oriundos de diferentes países. A programação apresentada segue uma regra de mercado padronizada que se estabelece na inserção de espaços comerciais, que por sua vez interrompem um programa para a veiculação de produtos de todos os géneros e modelos. Através de elementos visuais e auditivos, sempre presentes nos programas infantis, oferecem produtos e serviços para as crianças, muitas vezes até com mensagens de carácter subliminar.
Steinberg e Kincheloe (2004, p.24-25) comentam que:
As corporações que fazem propaganda de toda a parafernália para as crianças consumirem, promovem uma ‘teologia de consumo’ que efectivamente promete redenção e felicidade através do ato de consumo (ritual). Do mesmo modo, propaganda e produção de prazer permitem que se estabeleça uma linha directa com o imaginário das nossas crianças - uma fuga imaginária que as crianças usam para definir sua visão da América.
As crianças, na maioria das vezes, são tratadas como robôs para reproduzir e consumir. Essa percepção vem a partir de uma pesquisa realizada pelo Centro Internacional de Referência em Médias para Crianças e Adolescentes - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Educação (RIO MIDIA, 24/05/2005), afirmando que em uma semana de programação infantil, três emissoras de sinal aberto do Brasil exibiram 447 comerciais, o equivalente a três horas da programação oferecida.
Os produtos mais anunciados foram brinquedos, remédios de emagrecimento, jogos de aposta, CDs de música, mensagens via telemóvel, cereais e comidas fast-food. Este estudo traçou uma análise dos intervalos das emissoras que apresentavam pela manhã programas voltados para o público infantil no período foi de 31 de Julho a 04 de Agosto de 2006.
Robôs que falam, raios laser, naves espaciais, a capacidade de voar, de se transformar, a magia, enfim, todos esses elementos são argumentos normalmente utilizados pelos produtores de conteúdo (através da técnica de gravação, edição e os softwares disponíveis no mercado) para ganhar a audiência infantil, sem a preocupação com uma didáctica aplicada às crianças.
Adaptado de: rua
Steinberg e Kincheloe (2004, p.24-25) comentam que:
As corporações que fazem propaganda de toda a parafernália para as crianças consumirem, promovem uma ‘teologia de consumo’ que efectivamente promete redenção e felicidade através do ato de consumo (ritual). Do mesmo modo, propaganda e produção de prazer permitem que se estabeleça uma linha directa com o imaginário das nossas crianças - uma fuga imaginária que as crianças usam para definir sua visão da América.
As crianças, na maioria das vezes, são tratadas como robôs para reproduzir e consumir. Essa percepção vem a partir de uma pesquisa realizada pelo Centro Internacional de Referência em Médias para Crianças e Adolescentes - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Educação (RIO MIDIA, 24/05/2005), afirmando que em uma semana de programação infantil, três emissoras de sinal aberto do Brasil exibiram 447 comerciais, o equivalente a três horas da programação oferecida.
Os produtos mais anunciados foram brinquedos, remédios de emagrecimento, jogos de aposta, CDs de música, mensagens via telemóvel, cereais e comidas fast-food. Este estudo traçou uma análise dos intervalos das emissoras que apresentavam pela manhã programas voltados para o público infantil no período foi de 31 de Julho a 04 de Agosto de 2006.
Robôs que falam, raios laser, naves espaciais, a capacidade de voar, de se transformar, a magia, enfim, todos esses elementos são argumentos normalmente utilizados pelos produtores de conteúdo (através da técnica de gravação, edição e os softwares disponíveis no mercado) para ganhar a audiência infantil, sem a preocupação com uma didáctica aplicada às crianças.
Adaptado de: rua
domingo, 6 de junho de 2010
A televisão e a criança (Parte 2)
De acordo com Postman (2006), toda pessoa instruída conhece as invasões dos bárbaros do Norte, o colapso do Império Romano, o desaparecimento da cultura clássica e a imersão da Europa na chamada Idade das Trevas e depois Idade Média. Nos compêndios escolares essa transformação é razoavelmente coberta, excepto em quatro pontos que são geralmente desprezados e que são especialmente relevantes para a história da infância: o primeiro é a capacidade de ler e escrever que desaparece; o segundo é que desaparece a educação; o terceiro é que desaparece a vergonha; e o quarto ponto, como consequência dos outros três, é que desaparece a infância.
As mudanças na tecnologia da comunicação provocam três tipos de efeitos, como comenta Innis (apud POSTMAN, 2006, p.37): “[...] altera a estrutura dos interesses (as coisas que pensamos), o carácter dos símbolos (as coisas com que pensamos) e a natureza da comunidade (a área em que os pensamentos se desenvolvem)”. Esses efeitos aparecem nas emissoras de televisão, através da elaboração da programação, inclusive programas infantis. Os produtores de conteúdo trabalham na formatação desses projectos por vários anos.
Actualmente, não percebemos investimentos das emissoras de sinal aberto em programas infantis. Porque será?
Adaptado de: rua
As mudanças na tecnologia da comunicação provocam três tipos de efeitos, como comenta Innis (apud POSTMAN, 2006, p.37): “[...] altera a estrutura dos interesses (as coisas que pensamos), o carácter dos símbolos (as coisas com que pensamos) e a natureza da comunidade (a área em que os pensamentos se desenvolvem)”. Esses efeitos aparecem nas emissoras de televisão, através da elaboração da programação, inclusive programas infantis. Os produtores de conteúdo trabalham na formatação desses projectos por vários anos.
Actualmente, não percebemos investimentos das emissoras de sinal aberto em programas infantis. Porque será?
Adaptado de: rua
domingo, 30 de maio de 2010
A televisão e a criança (Parte 1)
A televisão é organizada pelo monopólio da comunicação. Acolhida pelos sonhos e pelas fantasias que cercam os telespectadores, vive-se “um imaginário”, onde as relações entre emissor, mensagem e receptor são em alguns momentos subliminares ou lúdicas, gerando uma hipnose através da alienação do olhar, misturado à realidade, induzindo novos comportamentos sociais e culturais.
Diante dessa questão, hoje são poucas as emissoras comerciais de sinal aberto que tem a preocupação em apresentar programas infantis educativos.
Hoje, parte da educação infantil na sociedade se volta ao olhar da média electrónica, onde para Kellner (apud STEINBERG; KINCHELOE, 2004, p.24), “Toda criança que depende maciçamente da TV para sua diversão tem deste modo sua visão do mundo cognitivamente incapacitada por esta dinâmica”.
O hábito que nossos queridos avós tinham de ler histórias (os famosos contos de fadas) para seus filhos antes de dormir, ou até mesmo para passar o tempo, ficou para trás. Os Três Porquinhos, Chapeuzinho Vermelho, Alice no País das Maravilhas, A Gata Borralheira, Cinderela, entre outros, não possuem mais um papel de destaque no repertório infantil.
Neste grande parque mediático, reside uma nova cultura - a mediática. Os primeiros escritores teóricos sobre cultura mediática são datados dos anos 80. Esse fenómeno cultural utiliza como ferramenta de propagação principalmente os meios TV e Cinema e a Internet, com novos formatos de programas infantis ou superproduções a serviço do consumo. Afinal, o que é ser criança hoje? Todas as crianças são iguais em todo mundo para consumir produtos mediáticos e simbólicos igualmente?
Adaptado de: rua
Diante dessa questão, hoje são poucas as emissoras comerciais de sinal aberto que tem a preocupação em apresentar programas infantis educativos.
Hoje, parte da educação infantil na sociedade se volta ao olhar da média electrónica, onde para Kellner (apud STEINBERG; KINCHELOE, 2004, p.24), “Toda criança que depende maciçamente da TV para sua diversão tem deste modo sua visão do mundo cognitivamente incapacitada por esta dinâmica”.
O hábito que nossos queridos avós tinham de ler histórias (os famosos contos de fadas) para seus filhos antes de dormir, ou até mesmo para passar o tempo, ficou para trás. Os Três Porquinhos, Chapeuzinho Vermelho, Alice no País das Maravilhas, A Gata Borralheira, Cinderela, entre outros, não possuem mais um papel de destaque no repertório infantil.
Neste grande parque mediático, reside uma nova cultura - a mediática. Os primeiros escritores teóricos sobre cultura mediática são datados dos anos 80. Esse fenómeno cultural utiliza como ferramenta de propagação principalmente os meios TV e Cinema e a Internet, com novos formatos de programas infantis ou superproduções a serviço do consumo. Afinal, o que é ser criança hoje? Todas as crianças são iguais em todo mundo para consumir produtos mediáticos e simbólicos igualmente?
Adaptado de: rua
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A televisão e a criança (Introdução)
O tema Televisão e Criança têm sido objecto de estudo de vários segmentos da sociedade, nos mais diferentes países. Através de trabalhos conduzidos por pesquisadores ligados à área científica, tem-se a informação sobre os mais variados resultados obtidos nas abordagens sobre o assunto. Afinal, como a criança vê a televisão? Qual a relação e a influência da mensagem por ela transmitida no imaginário infantil ou o que se pode chamar de Cultura Televisiva Infantil?
Fonte: ufscar
Fonte: ufscar
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A maioria das criança passa o dia a ver televisão
Como falei anteriomente do estudo da Deco, deixo aqui a notícia apresentada pela TVI24 onde se resume os resultados do estudo, dando destaque à falta de qualidade das nossas creches e infantários, principalmente no que diz respeito ao número de horas nestas instituições e a forma de ocupação dos tempos livre e educacionais.
Um terço das crianças passa mais de nove horas na creche
Quase um terço das crianças portuguesas passa mais de nove horas por dia nas creches e a esmagadora maioria ocupa parte do tempo a ver televisão em jardins-de-infância, segundo um estudo da DECO divulgado esta quinta-feira.
O inquérito feito a pais de crianças entre um e cinco anos, publicado na revista Proteste, mostra que para a maioria dos progenitores o horário dos estabelecimentos é adequado, embora um em cada cinco deseje que as suas portas fechem mais tarde.
Mesmo com 32 por cento das crianças a passarem mais de nove horas nas creches, há 27 por cento de pais com filhos entre um e dois anos (creches) e 10 por cento com crianças nos jardins-de-infância (entre três e cinco anos) a afirmarem que gostariam que as instituições abrissem ao sábado.
De acordo com o inquérito, feito com base em 2884 questionários, a esmagadora maioria (90 por cento) das crianças entre os três e os cinco anos ocupa parte do seu tempo a ver televisão em jardins-de-infância e para 42 por cento esta rotina é quase diária.
Nas creches, 73 por cento das crianças até aos três anos vêem televisão e tal acontece quase todos os dias para mais de metade, concluiu o estudo da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, que fez o inquérito com as congéneres da Bélgica, Itália e Espanha.
Entre os quatro países, Portugal tem a maior percentagem de crianças a ver televisão nas creches.
O período mais frequente de estar em frente ao ecrã prolonga-se até uma hora, apesar de entre 36 e 42 por cento dos inquiridos desconhecer o tempo que os seus descendentes estão a ver televisão.
A larga maioria dos inqueridos está insatisfeita com a oferta de creches e jardins-de-infância, 71 e 56 por cento respectivamente, sendo o Algarve com piores resultados e a zona Centro com maior satisfação das famílias.
Entre as famílias sem filhos em estabelecimentos de ensino, a falta de vagas impediu 39 por cento de os colocar em jardins-de-infância e 14 por cento em creches.
Os que têm crianças a frequentar escolas privadas, com ou sem fins lucrativos, 32 por cento em creches e 39 por cento em jardins-de-infância tentaram inscrevê-los no público, mas sem sucesso.
Segundo a DECO, 80 por cento dos pais fazem a inscrição antes de os filhos começarem a frequentar a escola, em média com cinco meses de antecedência, sendo «raro» o reembolso ou dedução das quantias pagas, que em média atinge 107 e 99 euros por mês em creches e jardins-de-infância, respectivamente.
O inquérito indica também que cerca de duas em cinco famílias com crianças até aos três anos referiram que o encargo com a creche assume uma parcela importante nas finanças, gastando um valor de referência mensal de 150 euros. No jardim-de-infância o montante baixa para os 110 euros por mês.
Um quarto dos inquiridos sem filhos nas escolas não chegou a inscrevê-los por considerar «os preços demasiados elevados».
A região de Lisboa e Vale do Tejo e a zona Norte praticam os preços mais elevados do país, chegando os custos a ultrapassar os 300 euros mensais.
Os pais inquiridos apontam também como falhas o elevado número de crianças até aos três anos na mesma sala e a mudança de educador durante o ano, principalmente nas escolas privadas.
Já pensou em tudo isto, e o seu filho passa quando tempo por dia em frente à televisão?
Um terço das crianças passa mais de nove horas na creche
Quase um terço das crianças portuguesas passa mais de nove horas por dia nas creches e a esmagadora maioria ocupa parte do tempo a ver televisão em jardins-de-infância, segundo um estudo da DECO divulgado esta quinta-feira.
O inquérito feito a pais de crianças entre um e cinco anos, publicado na revista Proteste, mostra que para a maioria dos progenitores o horário dos estabelecimentos é adequado, embora um em cada cinco deseje que as suas portas fechem mais tarde.
Mesmo com 32 por cento das crianças a passarem mais de nove horas nas creches, há 27 por cento de pais com filhos entre um e dois anos (creches) e 10 por cento com crianças nos jardins-de-infância (entre três e cinco anos) a afirmarem que gostariam que as instituições abrissem ao sábado.
De acordo com o inquérito, feito com base em 2884 questionários, a esmagadora maioria (90 por cento) das crianças entre os três e os cinco anos ocupa parte do seu tempo a ver televisão em jardins-de-infância e para 42 por cento esta rotina é quase diária.
Nas creches, 73 por cento das crianças até aos três anos vêem televisão e tal acontece quase todos os dias para mais de metade, concluiu o estudo da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, que fez o inquérito com as congéneres da Bélgica, Itália e Espanha.
Entre os quatro países, Portugal tem a maior percentagem de crianças a ver televisão nas creches.
O período mais frequente de estar em frente ao ecrã prolonga-se até uma hora, apesar de entre 36 e 42 por cento dos inquiridos desconhecer o tempo que os seus descendentes estão a ver televisão.
A larga maioria dos inqueridos está insatisfeita com a oferta de creches e jardins-de-infância, 71 e 56 por cento respectivamente, sendo o Algarve com piores resultados e a zona Centro com maior satisfação das famílias.
Entre as famílias sem filhos em estabelecimentos de ensino, a falta de vagas impediu 39 por cento de os colocar em jardins-de-infância e 14 por cento em creches.
Os que têm crianças a frequentar escolas privadas, com ou sem fins lucrativos, 32 por cento em creches e 39 por cento em jardins-de-infância tentaram inscrevê-los no público, mas sem sucesso.
Segundo a DECO, 80 por cento dos pais fazem a inscrição antes de os filhos começarem a frequentar a escola, em média com cinco meses de antecedência, sendo «raro» o reembolso ou dedução das quantias pagas, que em média atinge 107 e 99 euros por mês em creches e jardins-de-infância, respectivamente.
O inquérito indica também que cerca de duas em cinco famílias com crianças até aos três anos referiram que o encargo com a creche assume uma parcela importante nas finanças, gastando um valor de referência mensal de 150 euros. No jardim-de-infância o montante baixa para os 110 euros por mês.
Um quarto dos inquiridos sem filhos nas escolas não chegou a inscrevê-los por considerar «os preços demasiados elevados».
A região de Lisboa e Vale do Tejo e a zona Norte praticam os preços mais elevados do país, chegando os custos a ultrapassar os 300 euros mensais.
Os pais inquiridos apontam também como falhas o elevado número de crianças até aos três anos na mesma sala e a mudança de educador durante o ano, principalmente nas escolas privadas.
Já pensou em tudo isto, e o seu filho passa quando tempo por dia em frente à televisão?
segunda-feira, 15 de março de 2010
Lançamento oficial
Já a algum tempo que pensava criar um blog sobre televisão, publicidade e o seu relacionamento com o consumismo, principalmente como afectam as nossas crianças e juventude deste belo pais. E foi hoje que ganhei coragem e tempo para arrancar com este desafio, após várias semana a ouvir falar sobre como as creches e infantários do nosso Portugal ocupam os tempos livres e educacionais, maioritariamente à frente da TV, e após ter visto ontem o programa da Oprah na Sic Radical, que falava sobre como vivem vários país do Globo (que inveja fiquei com os Dinamarqueses e o seu estilo de vida, considerada a população mais feliz do mundo) e aproveitando a comemoração do dia mundialmente dos direitos do consumidor, dou inicio a este projecto digital que tem como finalidade a partilha e o debate sobre questões relacionadas com o elevado consumismo e a exagerada publicidade, principalmente aquela que é direccionada às crianças.
Neste sentido, fico aberto a sugestões de temas para debate e de actividades de ocupação dos tempos livres (escreva na zona de comentários) que possam substituir a caixa mágica, que ainda continua a ser a televisão e cada vez mais os equipamentos multimédia.
Neste sentido, fico aberto a sugestões de temas para debate e de actividades de ocupação dos tempos livres (escreva na zona de comentários) que possam substituir a caixa mágica, que ainda continua a ser a televisão e cada vez mais os equipamentos multimédia.
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